A cidade de Évora estará «pronta» para receber crescimento turístico nos próximos anos, segundo Carlos Pinto de Sá, presidente do município.
Em declarações aos jornalistas, na Bolsa de Empregabilidade, sublinhou que na última década, o setor mais do que duplicou, fruto de «um conjunto de unidades que não tínhamos e que fazem uma oferta muito diversificada».
Ainda assim, vincou que «há desafios» e que estes «não se resolvem de um momento para o outro», assim como «desafios nacionais que têm impacto grande no território».
«Temos questões ligadas à falta de mão de obra e temos de ter políticas públicas que possam integrar os imigrantes», acrescentou, alertando que «temos de receber imigrantes».
Carlos Pinto de Sá destacou também que o município tem feito «um esforço muito grande» para integrar os imigrantes, «onde temos um conjunto de instituições a trabalhar para essa integração, a acompanhar casos difíceis».
Porém, para além do turismo, o autarca realçou também o «esforço imenso na área da habitação», relembrando o «contrato com o Governo» de cerca de 60 milhões de euros para «reabilitar habitação». Mas também ainda «um conjunto de propostas de diversificação da área económica».
Contudo, o presidente confessou que sabe que «é insuficiente», mas que «sozinhos não temos condições para o fazer».
«São estes desafios que permitem que possamos crescer e deixar um legado que permita, de uma forma estabilizada, ir criando as condições para o crescimento da economia», acrescentou o autarca, vincando ainda que «na última década, conseguimos que a economia triplicasse».
«Passámos de cerca de 300 milhões de euros, de produção económica, para 900 milhões», revelou.
Um «salto enormíssimo» que foi tem dado «dores de crescimento», principalmente «no trânsito em Évora, que hoje é significativo», mas que Carlos Pinto de Sá relembra que está a tentar ser ultrapassado.
«Há aqui um trabalho conjunto para ultrapassar problemas, que são de todos e que só em cooperação podem ser resolvidos», concluiu.


















