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Alentejo assina primeiros contratos do Programa Nacional de Apoio à Produção Nacional

Quarenta e duas empresas já viram aprovados os projetos apresentados ao Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), os quais envolvem um investimento total de seis milhões de euros, apoiado por dois milhões de fundos europeus.

Os dados foram divulgados hoje pelo Ministério da Coesão Territorial, no dia em que foram assinados, nas instalações da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), em Beja, os primeiros contratos no âmbito do PAPN.

Segundo a tutela, as sete micro e pequenas empresas do Baixo Alentejo que já assinaram os contratos vão investir mais de 860 mil euros, com um apoio de 347 mil euros do programa operacional regional Alentejo 2020.

Os projetos em causa incluem a expansão de instalações, aquisição de novos equipamentos, diversificação da produção, redução de custos com energia e modernização de processos e serviços prestados.

Estas empresas alentejanas, que operam, sobretudo, nos setores da pastelaria, restauração e turismo, vão manter, em contrapartida, os 65 postos de trabalho, adiantou.

De acordo com o Governo, em todo o país, no âmbito do PAPN, um total de 42 empresas já tem projetos aprovados, que totalizam um investimento de seis milhões de euros apoiado por dois milhões de euros de fundos europeus de vários programas operacionais.

Os projetos destas empresas mantêm ativos os seus 453 postos de trabalho.

Lançado com uma dotação de 100 milhões de euros, metade dos quais afetos aos territórios do interior do país, o programa, sublinhou a tutela, recebeu candidaturas de 4.128 projetos, que solicitaram investimentos na ordem dos 587 milhões de euros.

A medida, dirigida às micro e pequenas empresas criadas há pelo menos um ano que assumam o compromisso de não reduzir postos de trabalho, apoia o investimento em máquinas, equipamentos, serviços tecnológicos e digitais, entre outras áreas.

É um importante apoio à transição digital e energética e à introdução de processos de produção ambientalmente mais amigáveis, servindo, simultaneamente, de estímulo à produção nacional”, assinalou o Ministério da Coesão Territorial.

“Garante ainda a melhoria da produtividade das empresas em contexto de novos modelos de negócios e apoia a expansão e modernização da produção em projetos de base local”, acrescentou.

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