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Água: “A sustentabilidade ambiental tem de ser conciliada com a sustentabilidade económica”, diz vice-presidente de Beja

O vice-presidente da Câmara Municipal de Beja, Rui Marreiros, afirmou, esta terça-feira que “a sustentabilidade ambiental tem de ser conciliada com a sustentabilidade económica dos vários agentes” agrícolas.

Rui Marreiros falava na abertura IX Congresso Nacional de Rega e Drenagem, que decorre esta semana no Instituto Politécnico de Beja, promovido pelo Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR), em parceria com várias entidades públicas e privadas.

O fórum de debate tem como tema “A Sustentabilidade do Regadio – Desafios e Oportunidades” e inclui mesas-redondas com especialistas, convidados, apresentação de projetos de investigação aplicada e outras iniciativas.

Nas palavras proferidas na sessão de abertura do congresso, Rui Marreiros começou por referi que “a agricultura e a água, para o sector e para a região, é de facto fundamental”, acrescentando que “não há dúvidas que no final desta jornada chegaremos à conclusão que este sector está maduro e está em constante evolução, seguramente com desafios e oportunidades de melhoria, mas também com a disponibilidade, a capacidade e a motivação que há nos vários agentes para responder de forma positiva aos desafios que são colocados”.

Para o vice-presidente da autarquia de Beja, “no crescimento do sector agrícola tem de se visar a sustentabilidade ambiental, conciliando também com a sustentabilidade económica dos vários agentes”.

O autarca disse que “ainda há problemas por resolver no que diz respeito ao regadio na região e é exatamente para a resolução desses problemas que estamos todos convocados”, frisando que “a consolidação do projeto Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva (EFMA) e o seu modelo de atuação no futuro, a gestão regional integral da água, a garantia do acesso a todos os utilizadores, mas também a disponibilidade e a qualidade da água são ainda grandes desafios”.

É necessário pôr termo a algumas práticas menos adequadas, apesar de serem cada vez menos, para darmos um sinal ainda mais positivo da sustentabilidade que este sector tem para o futuro”, concluiu o autarca.

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