Sónia Caldeira, vice-presidente da Câmara Municipal de Estremoz, destacou aos jornalistas, na gala de abertura da Cidade do Vinho 2025, que a iniciativa pode ajudar a «alavancar» outros setores económicos.
«É um projeto que traz muito mais do aquilo que é o vinho», atirou a autarca, referindo que também se associa a «um conjunto de outras coisas que são próprias do nosso território, quer a nível do património, quer a nível dos nossos produtos endógenos», assim como «a nível turístico».
Mesmo que o vinho seja o «mote desta candidatura», a vice-presidente sublinhou que «temos muitas outras coisas em comum», como o «setor do mármore, a cortiça» para além dos referidos produtores endógenos.
«Vão permitir que possamos unirmos, inclusivamente a nível do setor económico, que podemos conseguir alavancar aqui projetos para a nossa zona», acrescentou.
A autarca frisou o trabalho dos «cinco homens, de partidos e ideologias diferentes» que «se uniram em torno de um mote»: «Penso que seja importante para todos».
«Permitiu que conseguíssemos ter aqui uma candidatura agregadora e que irá constituir-nos como um território diferenciado no Alentejo Central», adicionou.
Para Sónia Caldeira, é este fator que «vai fazer a diferença na forma como nos vamos posicionar nas mais variadas vertentes e noutros projetos que possamos desenvolver».
No caso de Estremoz, o concelho com mais adegas dos cinco municípios (21 adegas), esta pode ser a oportunidade de unir o setor.
«Já tínhamos feito algum trabalho no setor do vinho, mas com esta candidatura é possível juntar estas adegas», afirmou a vice-presidente, dizendo ainda que «era algo que tínhamos dificuldade, mas agora temos aqui um bom ponto de partida para continuar a trabalhar».
Veja aqui a foto-reportagem da gala de abertura.

















