O Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa teve esta quarta-feira um simulacro de uma situação de incêndio.
Com recurso a uma máquina de fumo, os bombeiros calipolenses encheram uma das salas e a zona do bar da escola de fumo, num exercício que é «fundamental», segundo Rui Sá, diretor do agrupamento.
«São fundamentais para se saber como estamos em termos de organização. Para os professores, alunos e pessoal não docente saberem o nível de conhecimento e ver, se posto em prática, se ocorre tudo em condições», acrescentou.
Rui Sá sublinhou que este tipo de situações é feita uma vez por ano letivo e «como se houvesse vítimas», para que todos treinem: «De pequenino é que se torce o pepino».
«Nem tudo correu bem, mas a escola ficou a saber quais foram os pontos que correram bem e aqueles que correram menos bem, que é para, numa situação futura, estar tudo acautelado», adicionou o diretor.
Disse ainda que os simulacros levam «a uma cultura sobre a proteção civil» desde tenra idade, mas confessou que «deve ser feito duas vezes em cada não letivo».
No entanto, vincou que «os bombeiros vêm dar formação aos alunos sobre os mais diversos temas, para que numa situação concreta, eles saibam como agir».
Já Nuno Pinheiro, comandante da corporação de bombeiros, realçou a importância deste tipo de exercícios para os “anjos da paz”, pois «aparecem sempre coisas a melhorar» e «tirámos todos uma ilação».
«Testamos todo o sistema de evacuação e de alarme e os bombeiros também para quando voltarmos estarmos melhores e com as coisas mais oleadas», referiu.
Questionado em relação à frequência dos simulacros, o comandante comentou que seria «sempre bom», já que assim a corporação iria «fazer mais treinos, além dos nossos internos».
«O simulacro serve para todos melhorarmos. Nenhum incêndio é igual, nenhum acidente é igual e a instrução continua», frisou Nuno Pinheiro, afirmando ainda que «estamos sempre disponíveis em participar».
Nuno Gonçalves, coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil, sublinhou que o exercício está inserido no Mês da Proteção Civil e que a finalidade é «treinar a comunidade escolar num caso de incêndio para saberem quais os procedimentos a adotar».
«Pretendemos que a nossa população tenha conhecimento dos riscos e também que tenha conhecimento das medidas de autoproteção», acrescentou.
Com um balanço «positivo», o coordenador vincou que acredita «que estamos preparados» para uma situação real: «Trabalhamos todos nesse sentido».
«Temos focado aqui na parte a sensibilização, ao dar a conhecer os riscos no nosso município», disse ainda.
De seguida, fique com a foto-reportagem do simulacro, da autoria de Luís Diabão e Hugo Calado.









































































































