A Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro, em Vila Viçosa, realizou esta terça-feira um simulacro que testou a resposta da comunidade educativa a três situações de emergência. O exercício envolveu cerca de 700 pessoas, entre alunos, docentes e assistentes operacionais.
O Diretor do Agrupamento de Escolas, Rui Sá, explicou que estas ações são essenciais para garantir a preparação de todos perante ocorrências inesperadas. «Vamos supor que há um incêndio, um sismo ou outra catástrofe. A comunidade deve estar preparada para proceder a uma evacuação do edifício da forma mais serena possível», afirmou.
Três cenários em simultâneo
O simulacro integrou três cenários distintos. Um primeiro cenário simulou um incêndio numa zona da escola, durante o qual um professor ficou ferido. Num segundo cenário, um aluno encontrava-se isolado num corredor. O terceiro cenário simulou uma paragem cardiorrespiratória no ginásio, obrigando à mobilização dos meios de socorro.
Segundo Rui Sá, foi a primeira vez que a escola testou três ocorrências em simultâneo. «Foram três situações distintas que nunca tínhamos realizado. Penso que as coisas correram da melhor forma possível», referiu.
Avaliação inicial aponta para execução positiva
Momentos antes do briefing final, o Diretor adiantou que a operação decorreu como previsto. «Penso que desta vez a ação correu praticamente no pleno. Surgiram apenas pequenas questões na organização das turmas, mas de menor importância no conjunto», explicou.
As entidades envolvidas participaram no exercício com os respetivos meios e equipas. «A atuação das forças de segurança e dos bombeiros correu bem», indicou.
Importância da prevenção na comunidade escolar
O Diretor destacou que os simulacros permitem treinar procedimentos e reforçar comportamentos. «Mais vale prevenir do que remediar», afirmou, sublinhando que os alunos já reconhecem a importância destes exercícios. «Quando os alarmes disparam, começam logo a perguntar se há necessidade de evacuar o edifício. Existe essa consciência.»
Rui Sá recordou que estas ações são obrigatórias. «Devem realizar-se até dois simulacros por ano. É obrigatório por lei, embora algumas instituições se descuidem. O principal objetivo é garantir a prevenção», observou.
Cerca de 700 pessoas participaram no exercício
O simulacro envolveu toda a comunidade presente no edifício da Escola Secundária Públia Hortênsia de Castro. «Neste edifício participaram cerca de 700 pessoas», confirmou.
De salientar que pariciparam ainda neste simulacro militares do Posto da GNR de Vila Viçosa, mais de uma dezena operacionais dos Bombeiros Voluntários de Vila Viçosa e ainda o Serviço Municipal de Proteção Civil.









































