A vila de Campo Maior volta a receber a Feira Nacional de Olivicultura, 16 anos depois da última realização no concelho, entre os dias 22 e 25 de maio.
Um evento que celebrar, discutir e debater o azeite e a sua importância para a economia, com a história como plano de fundo.
«Campo Maior foi um dos conselhos que iniciou a Feira Nacional de Olivicultura há largos anos», referiu Luís Rosinha, presidente do município, em declarações a’ODigital.pt, na BTL 2025, onde o evento foi apresentado.
Tendo ouvido a população, que «fala com muito saudosismo» da feira, o autarca sublinhou que o Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) «acolheu esta nossa pretensão», assim como os municípios de Moura e Valpaços.
«Acharam sempre que também era importante voltar à história da Feira Nacional de Olivicultura e voltar a contar com o Campo Maior», acrescentou.
Para além de «jornadas técnicas, Congresso Nacional do Azeite e a vertente expositiva e atividades culturais», a feira contará também com o «concurso do azeite virgem».
«Todos os destinos vão andar a Campo Maior, com certeza que serão muito bem recebidos», vincou Luís Rosinha.
O autarca sublinhou ainda que o evento «tem crescido», principalmente na vertente das atividades, uma vez que tem acompanhado «as últimas feiras nacionais».
«Percebi da qualidade técnica que o CEPAAL tem colocado naquilo que é as jornadas técnicas que acompanham estes três dias em Campo Maior», disse, acrescentando que «é um evento muito importante para o setor e de grande representatividade».
Em Campo Maior «não será diferente» e o autarca destacou que, mesmo tendo uma «vertente urbana é relativamente pequena», a vila é rodeada por «uma grande percentagem de olival, seja tradicional, seja de outras novas formas».


















