Os últimos quatro edifícios do projeto de ampliação do Parque do Alentejo de Ciência e Tecnologia (PACT), em Évora, num investimento total superior a 10 milhões de euros, foram inaugurados esta sexta-feira.
Cofinanciado pelo Programa Operacional Alentejo 2020, o conjunto que forma o complexo, tal como o edifício do Centro Infante Dom Henrique, foi desenhado pelo arquiteto Carrilho da Graça.
É um espaço com mais de 6 000m2 e que pretende criar mais de cinco centenas de postos de trabalho altamente qualificado, mas que já se encontra em funcionamento com as empresas TE Connectivity, DECSIS, SDAC, VC Silva, ITGest, Empowered Startups, Jerónimo Martins, IP Parking, Fraunhofer Portugal e Peak & Peak.
Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal eborense, sublinha que este projeto torna «possível transformar a nossa região» e que o «Alentejo não está necessariamente votado a que continuemos a ter uma depressão significativa».
«Até pelo contrário. Nós temos potencialidades enormes que podem ser usadas para alterar essa realidade. E ela tem vindo a ser», sublinhou o autarca.
O presidente reforçou ainda que a parceria entre o município e o PACT têm dado «bons resultados» e que julga ter capacidade para «alargar e fortalecer este trabalho que temos vindo a realizar».
«Ao longo de muito tempo, o PACT e Évora, fomos partilhando visões, formas de atuar e, sobretudo, esta ideia do papel que o PACT devia ter na região e era fundamental ter de facto uma orientação para o PACT. Essa orientação foi conseguida», realçou.
Soumodip Sarkar, presidente executivo da instituição, destacou que «com a construção do Complexo PACT 3.0, o PACT consolida o seu papel enquanto agente impulsionador do desenvolvimento regional e renova a sua ambição em fazer do Alentejo uma referência global na área da inovação».
Fique com a foto-reportagem de Hugo Calado.























































































































