O Município de Reguengos de Monsaraz iniciou, no dia 1 de abril, uma campanha de sensibilização à reciclagem.
Neste sentido, a autarquia está a promover descontos na fatura da água para quem entregar resíduos recicláveis no Centro Logístico Municipal, mas também campanhas nas escolas sobre a reciclagem.
Desta forma, o munícipe pode beneficiar de um desconto até 37 euros por ano.
Por cada quilo de papel e cartão, que seja entregue pelos consumidores, será atribuído o valor de 0,10 euros até um máximo de 150 quilos por ano, permitindo uma redução até 15 euros na tarifa dos resíduos urbanos.
Às embalagens de plástico e metal será dado 0,15 euros por cada quilo que seja entregue, num máximo de 120 quilos por ano por consumidor, representando uma poupança máxima de 18 euros.
O quilo de vidro será faturado a 0,05 euros até um máximo de 80 quilos por ano, o que poderá significar um crédito até 4 euros.
Segundo Marta Prates, presidente do município, em declarações a’ODigital.pt, esta campanha pretende, «acima de tudo, que sejamos um concelho sustentável».
Assim, sublinhou que foram entregues cerca de 5 000 «pequenos contentores de sistema de triagem do lixo, de reciclagem» e que «estamos a pedir às pessoas que separem os seus resíduos, que os coloquem nestes pequenos contentores, para facilitar depois a triagem no nosso centro logístico».
No centro logístico, «temos um temos um funcionário que ajuda ao processo de entrega e ao processo de pesagem, que depois vem refletida na fatura da água», explicou a presidente.
«Temos de olhar para a sustentabilidade como algo muito sério. Depois, os munícipes verão que esse seu esforço compensado», acrescentou.
A autarca confessou que esta proposta é consequência da divulgação dos resultados da reciclagem, efetuada pela GESAMB, referindo que «entendemos que resultados são para melhorar muito e, passo a passo, faremos para que isso aconteça».
«Nós produzimos imensos quilos, toneladas de resíduos e estes resíduos têm de ser tratados e têm de ser convenientemente tratados», vincou Marta Prates.
A presidente realçou que os autarcas têm de «pensar em proteger o ambiente», assim como «sensibilizar as pessoas para a proteção do ambiente».
«Se as pessoas perceberem as vantagens das regras da separação, acho que mais facilmente o fazem, porque percebem o que é que estão a fazer e percebem qual é o objetivo», atirou ainda a autarca.


















